Arquivar maio 2017

5 Bancos de dados para desenvolvimento mobile

Esses bancos de dados utilizam Web Services, para o consumo e a troca de dados entre cliente e servidor. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria “linguagem”, que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.

1 –  Parse

http://parseplatform.org/

É um banco de dados na nuvem, orientado a objetos e uma ferramenta que auxilia desenvolvedores mobile. Ele armazena dados na nuvem, gerencia identidades, lida com notificações push e executa códigos personalizados na nuvem.

Anteriormente o Parse funcionava como serviço hospedado, ele está programado para sair do ar como serviço hospedado em meados de 2017.

Atualmente ele é um Servidor Open Source construído em Node.JS, veja aqui como fazer a migração de sua aplicação se caso você utilizava o serviço gratuito e hospedado.

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2 – KSOAP2

http://simpligility.github.io/ksoap2-android

O projeto ksoap2-android fornece uma biblioteca cliente SOAP leve e eficiente para a plataforma Android .

É um fork da biblioteca kSOAP2 que é testada principalmente na plataforma Android, mas também deve funcionar em outras plataformas que utilizam bibliotecas Java.

Até a versão 3.4.0, ele ainda está usando Java 1.3 por isso deve funcionar bem em JavaME, Blackberry e assim por diante. Além de que Java 1.5 é definido como o nível de linguagem.

ksoap2-android tem sido constantemente aprimorado e expandido com mais recursos. Ele é mantido ativamente e congratulamo-nos com correções de bugs e contribuições. Lançamentos são feitos semi-regularmente com contribuições da comunidade na forma de melhorias e mais.

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3 – SQLite

http://www.sqlite.org

SQLite é uma biblioteca em linguagem C que implementa um banco de dados SQL embutido. Programas que usam a biblioteca SQLite podem ter acesso a banco de dados SQL sem executar um processo SGBD separado.

SQLite não é uma biblioteca cliente usada para conectar com um grande servidor de banco de dados, mas sim o próprio servidor. A biblioteca SQLite lê e escreve diretamente para e do arquivo do banco de dados no disco.

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4 – Firebase

https://www.firebase.com

Firebase é um provedor de serviços na nuvem e um backend as a service, uma companhia localizada em San Francisco, California. A companhia faz uma série de produtos para desenvolvedores de software que criam aplicativos móveis ou da web. Firebase foi fundada em 2011 por Andrew Lee e James Tamplin e lançado com um banco de dados em nuvem em tempo real em abril de 2012. produto primário de Firebase é um banco de dados em tempo real que fornece uma API que permite aos desenvolvedores para armazenar e sincronizar dados entre vários clientes. A empresa foi adquirida pela Google em Outubro de 2014.

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5 – Realm

https://realm.io

Realm é uma base de dados móvel que roda diretamente no interior de telefones, tablets ou dispositivos vestíveis. Essa base de dados trabalha com o Android e iOS.

Um melhor banco de dados móvel significa melhores aplicativos. Use o Realm Mobile Database para salvar dados em minutos para que você possa criar aplicativos para dispositivos móveis em uma fração do tempo. Nosso banco de dados de objetos é uma alternativa simples para SQLite e Core Data e orgulhosamente open source.

Fonte: mvalider

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FaceSense: Transformando Tecnologia em Acessibílidade

A realidade virtual (VR) está se tornando rapidamente a próxima grande coisa no entretenimento e a Samsung está buscando novas maneiras de inovar com as tecnologias VR  para tornar a plataforma mais acessível e imersiva. Na recente VRLA Expo 2017 em Los Angeles, um grupo de funcionários da Samsung apresentou um dos mais recentes produtos destes esforços: uma interface experimental VR hands-free que eles chamam de FaceSense.

FaceSense é um produto do C-Lab (Creative Lab), o programa de negócios de inicialização da Samsung que nutre idéias inovadoras de seus funcionários para desenvolver as tecnologias de amanhã. O projeto apresenta uma nova abordagem para a navegação VR que funciona da mesma maneira que seu nome implica: rastreando o movimento no rosto do usuário.
Sempre que falamos, mudamos nossa expressão ou mudamos nosso olhar, nossos rostos geram sinais elétricos. O FaceSense reconhece e traduz estes sinais biométricos em entrada para navegação, permitindo aos usuários manobrarem através de mundos VR com movimentos intuitivos e comandos de voz simples, ao invés de alcançar controles físicos fora da vista.

O protótipo exibido na exposição foi projetado para o fone de ouvido Gear VR da Samsung e pode futuramente desenvolver novas tecnologias biométricas que permitam que mais indivíduos, incluindo aqueles com vários impedimentos de uso, desfrutem de experiências de VR imersivas.

Os funcionários da Samsung por trás do FaceSense apresentaram o projeto C-Lab na VRLA Expo 2017, a maior feira de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), realizada de 14 a 15 de abril no Centro de Convenções de Los Angeles. A equipe baseou o design de seu protótipo no fone de ouvido Gear VR da Samsung.

O FaceSense funciona reconhecendo e traduzindo sinais biométricos no rosto do usuário, permitindo que eles possam navegar em ambientes de VR imersivos com as mãos livres. A tecnologia registra movimento nos olhos do usuário e músculos faciais, e também é capaz de reconhecer certas palavras.
O protótipo é atualmente capaz de reconhecer comandos de voz como ‘início’, ‘voltar’, ‘selecione’ e ‘cancelar’. Os controles intuitivos do FaceSense abrem a porta para que mais usuários experimentem VR imersiva.
Fonte: NewsRoom

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PMI: O que é ? e Qual sua Importância ?

O trabalho na área de gestão de projetos requer o conhecimento sobre o que é PMI. O Project Management Institute (PMI) é uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de disseminar as melhores práticas de gerenciamento de projetos em todo o mundo.
Essa entidade fomenta o debate sobre o tema por meio de publicações, eventos e reuniões. Reconhecida em diversos países, a instituição possui mais de 700 mil integrantes localizados em diferentes países e que estão em constante aperfeiçoamento profissional.
Para entender melhor sobre o PMI, vamos mostrar como é sua divisão, funções, aplicações e benefícios gerados. Acompanhe!

O que é PMI ?

Tudo começou em 1969, durante um jantar em um restaurante que ficava a apenas algumas quadras do City Hall, na Filadélfia, EUA. Esse jantar era uma continuação de vários meses de discussões entre dois homens, Jim Snyder e Gordon Davis, que decidiram aí a criação de uma nova organização.
O objetivo deles era proporcionar um meio dos gerentes de projeto se reunirem, compartilharem informações e discutirem problemas comuns. Os debates seguintes resultaram na primeira reunião formal no Georgia Institute of Technology, em Atlanta, EUA, em outubro de 1969.
Como subproduto, nasceu o Project Management Institute. Pouco tempo depois, artigos de incorporação foram arquivados na Pensilvânia, assinados por cinco pessoas oficialmente reconhecidas como fundadoras do PMI. São elas: James Snyder, Eric Jenett, Gordon Davis, AE ‘Ned’ Engman e Susan C. Gallagher.
Portanto, o PMI é uma associação voltada para profissionais de gerenciamento de projetos. Para melhor organização, ele é separado de acordo com capítulos, que seguem uma categorização segundo regiões geográficas.
Isso significa que cada membro do PMI é vinculado a um capítulo e, juntamente dos demais profissionais da mesma região, realiza trabalhos voluntários para levar as melhores práticas do gerenciamento de projetos ao conhecimento dos outros profissionais.
A ideia dessa integração é promover melhorias contínuas no setor e a valorização do papel dos profissionais que nele atuam.
Atualmente, pode-se dizer que a mais expressiva contribuição do PMI tem sido o estabelecimento de melhores práticas de gerenciamento de projetos. Essas ações são seguidas no mundo todo e estão compiladas em uma obra única, o PMBOK, que você vai conhecer a seguir.

Conteúdo do PMBOK

O Project Management Body of Knowledge (PMBOK) é um guia das melhores práticas do gerenciamento de projetos elaborado pelo PMI.
Considerado a base de todo o conhecimento para a gestão de projetos — de acordo, claro, com a ótica do PMI —, o PMBOK traz, em sua última edição, as 10 áreas de conhecimento que devem ser consideradas no gerenciamento de um projeto. Essas são:
  1. Gerenciamento de escopo;
  2. Gerenciamento de tempo;
  3. Gerenciamento de qualidade;
  4. Gerenciamento de custos;
  5. Gerenciamento de aquisições;
  6. Gerenciamento de comunicações;
  7. Gerenciamento de recursos humanos;
  8. Gerenciamento de riscos;
  9. Gerenciamento de integração;
  10. Relacionamento com stakeholders.
A décima área de conhecimento, relacionada aos stakeholders, foi inserida somente na última versão do guia e atualmente é uma das áreas mais carentes de profissionais no ramo de gerenciamento de projetos.
Vale ressaltar que, como o PMBOK é apenas um guia, a experiência e os conhecimentos do gerente de projetos devem ser levados sempre em consideração para o perfeito desenvolvimento dos projetos.

Evolução do PMBOK

O guia já se encontra em sua 5ª edição. Que tal dar uma olhadinha mais de perto nesses padrões e ver como evoluíram ao longo dos anos?

PMBOK 1ª edição

A primeira edição do PMBOK foi publicada em 1996, época em que o PMI viu a necessidade de estruturar um documento oficial orientando sobre o desenvolvimento da carreira de gerenciamento de projetos.
A ideia, ainda em 1981, era desenvolver procedimentos e conceitos para apoiar o desenvolvimento do gerenciamento de projetos como uma profissão. Mas foi só em 1996, depois de ampla consulta e revisão nos documentos produzidos, que se chegou ao PMBOK, o qual substituiu os materiais anteriores.

PMBOK 2ª edição

Em 2000, a segunda edição do PMBOK foi publicada com base no trabalho anterior. Nessa atualização, novas informações que refletiam o crescimento da profissão de gerenciamento de projetos foram incluídas. O objetivo era acrescentar conhecimentos e práticas aceitos no campo de gerenciamento de projetos que se mostraram úteis para a maioria dos projetos.

PMBOK 3ª edição

A terceira edição do PMBOK foi publicada em 2004. A essa altura, milhares de recomendações para melhorias do guia foram recebidas pelo PMI, motivo pelo qual foi preciso estruturar um comitê a fim de analisar cada recomendação. Essa versão teve como característica a formulação de práticas aplicáveis a praticamente todos os tipos de projeto, indiferentemente do segmento de atuação.

PMBOK 4ª edição

A 4ª edição do PMBOK foi lançada em 2009 e teve como objetivo tornar o conteúdo mais consistente e acessível. Vale dar destaque para a distinção entre o plano de gerenciamento e documentos do projeto que foi apresentada nesta versão.
Nesse momento, a restrição tripla (custo, prazo e escopo) foi ampliada para seis: escopo, qualidade, cronograma, orçamento, recursos e risco. Novos processos também foram adicionados, enquanto outros foram eliminados.

PMBOK 5ª edição

A versão atual foi lançada em 2013, com a equipe de atualização do PMI tentando alcançar mais coerência e clareza ao padronizar termos, processos, entradas e saídas. Essa edição também inclui avanços no campo da gestão de projetos, particularmente no que se refere ao planejamento em ondas de rolamento e ao ciclo de vida adaptativo.

PMBOK 6ª edição

A 6ª edição do guia PMBOK está atualmente em andamento e a data de lançamento oficial do guia PMBOK 6ª edição foi direcionada para o 3º trimestre de 2017. O exame PMP será SOMENTE atualizado no 1º trimestre de 2018 onde será baseado na 6ª edição do guia.
 Espera-se que na edição final do Guia PMBOK 6ª edição, uma seção será dedicada a listar as principais diferenças entre ele e o Guia PMBOK 5ª edição. Abaixo estão as principais diferenças com a versão de avaliação do Guia PMBOK 6ª edição.
Vale ressaltar que o exame não é restrito apenas ao Guia PMBOK® (como o Guia PMBOK® é apenas uma parte do conhecimento necessário para responder corretamente às perguntas do exame), materiais de estudo adicionais e livros de preparação de exames são necessário se você quer passar no exame na primeira tentativa .

O que é modificado no Guia PMBOK 6ª edição?

  • Mais ênfases serão colocados em práticas ágeis, adaptativas e iterativas de gerenciamento de projetos.
  • Um novo capítulo sobre o novo Triângulo de Talentos do PMI (a demanda das organizações de habilidades de gerentes de projeto – técnico, liderança, gestão estratégica e de negócios) será incluído no Guia PMBOK 6ª edição.
  • Os processos de Gerenciamento de Projetos agora estão alinhados com os 5 Grupos de Processo (Iniciando, Planejando, Executando, Monitorando e Controlando e Encerrando) ainda serão 10 Áreas de Conhecimento (com algumas modificações nos nomes) como no Guia PMBOK 5ª edição:
    • Gerenciamento de integração
    • Gerenciamento de escopo
    • Gerenciamento de programação ( anteriormente Gerenciamento de Tempo)
    • Gerenciamento de custos
    • Gerenciamento de qualidade
    • Gerenciamento de recursos ( anteriormente Gerenciamento de Recursos Humanos)
    • Gerenciamento de comunicações
    • Gerenciamento de riscos
    • Gerenciamento de aquisições
    • Relacionamento de stakeholders
  • 3 Novos Processos são adicionados e 2 Processos são excluídos:
    • Gerencie o Conhecimento do Projeto (na Área de Conhecimento de Gerenciamento da Integração de Projetos do Grupo de Processos de Execução)
    • Implementar Respostas de Risco  (na Área de Conhecimento de Gerenciamento de Risco do Projeto do Grupo de Processo de Execução)
    • Recursos de Controle  (na Área de Conhecimento de Gerenciamento de Recursos do Projeto do Grupo de Processos de Monitoramento e Controle)
    • Fechar aquisições (Agrupados com Fechamento do Projeto ou Estágio)
    • Estimar Atividades Recursos (Agrupadas com Estimativa de Durações, pois muitas vezes são tratadas como um grupo na  5ª edição do PMBOK)
  • Uma distinção mais precisa entre  o Plano de Gestão do Projeto e os Documentos do Projeto
  • Algumas alterações nos nomes dos processos
    • Gerenciar Qualidade (anteriormente Realizar a garantia da qualidade – um termo muitas vezes incompreendido por muitos aspirantes)
    • Plano de Gestão de Recursos ( anteriormente Plano de Recursos Humanos de gestão – recurso inclui recursos humanos e muito mais)
    • Monitorar Comunicação ( anteriormente controle de comunicação – monitorar é mais apropriado)
    • Planejar o Envolvimento das Partes Interessadas (anteriormente Planejar a Gestão das Partes Interessadas)
    • Monitore o Envolvimento das Partes Interessadas ( anteriormente Controle do Envolvimento das Partes Interessadas – O 6ª edição do PMBOK adota definições mais precisas para monitoramento e controle)

Processos do PMBOK

As áreas de conhecimento e práticas do PMBOK são resumidas em cinco processos diferentes. São eles:
  1. Iniciação: esta etapa é o início da implantação do projeto. Aqui são elaboradas ações e os processos existentes são avaliados, entre outras atitudes;
  2. Planejamento: este momento define as etapas necessárias para a definição do escopo do projeto. Além disso, os objetivos são refinados e as ações tomadas são delimitadas;
  3. Execução: são os processos de implantação do plano a fim de que as metas sejam atingidas;
  4. Monitoramento e controle: a finalidade desta fase é supervisionar, rastrear e regular a evolução e a performance do projeto. Possíveis áreas que requerem alterações no planejamento estratégico são identificadas;
  5. Encerramento: é a finalização das atividades do projeto.

Certificações do PMI

Uma das atividades realizadas pelo PMI é a capacitação de gerentes de projetos em todo o mundo, concedendo certificações que conferem ao profissional maior destaque no mercado e credibilidade para executar projetos cada vez mais complexos em várias áreas de atuação.
Ao todo, existem oito certificações. A mais comum é a Project Management Professional (PMP), ou Profissional de Gerenciamento de Projetos. Já existem mais de 370 mil profissionais no mundo todo que contam com essa certificação.

Requisitos da certificação PMP

Para se candidatar à certificação PMP você precisa ter:
  • Formação de quatro anos (de bacharel ou equivalente)
  • Mínimo de três anos de experiência no gerenciamento de projetos
  • Mínimo de 4.500 horas de liderança e direção de projetos
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos
OU
  • Diploma de ensino médio (ensino médio ou equivalente)
  • Mínimo de cinco anos de experiência no gerenciamento de projetos
  • Mínimo de 7.500 horas de liderança e direção de projetos
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos
Para mais informações sobre como se cadastrar: PMP
O PMI autoriza algumas instituições a aplicarem o teste para PMP e muitas escolas de administração oferecem cursos preparatórios para esse certificado.
Além da certificação PMP, existem outras sete. São elas:
  • Profissional de Gerenciamento de Portfólio (PfMP);
  • Profissional de Gerenciamento de Programas (PgMP);
  • Profissional em Gerenciamento de Cronograma do PMI (PMI-SP);
  • Profissional em Análise de Negócios do PMI (PMI-PBA);
  • Técnico certificado em Gerenciamento de Projetos (CAPM);
  • Profissional em Gerenciamento de Riscos do PMI (PMI-RMP);
  • Profissional certificado em Métodos Ágeis do PMI (PMI-ACP).
Para obter cada certificação, o profissional deve comprovar determinado tempo de experiência na área e ser aprovado em um teste de conhecimentos específicos. A certificação é temporária e deve ser revalidada periodicamente para que o profissional se mantenha atualizado e atuante no mercado de trabalho.
A vantagem para os profissionais certificados é o reconhecimento dos empregadores, que, segundo o instituto, entendem que existe um valor agregado no conhecimento das melhores práticas de gestão de projetos.

Funções do PMI

Compreendendo o motivo pelo qual o PMI foi criado, seu histórico e as certificações que oferece, fica evidente que as funções desse instituto é capacitar profissionais do mundo todo para que executem as melhores práticas ao fazerem a gestão de projetos.
Nesse cenário, é importante lembrar que um projeto é composto por atividades temporárias que são realizadas por um grupo de pessoas, cujo objetivo final é produzir algo, oferecer um serviço ou obter resultados diferenciados.
Isso deixa claro que os projetos não são iguais. Eles podem até ser similares, mas as práticas destinadas a cada um deles deve ser adequada à realidade, a fim de que uma meta específica seja atingida.
Você deve estar pensando: se cada projeto requer ações singulares, por que existe o Guia PMBOK? Basicamente, porque é esse manual que mostra como os conhecimentos de gestão de projetos devem ser aplicados para que se obtenha o máximo de eficiência.
É dessa forma que o gerenciamento de projetos se torna uma ação estratégica para as empresas, fazendo com que os resultados dos projetos estejam alinhados aos objetivos organizacionais.

Aplicações do PMI

O PMI oferece cursos e certificações para a capacitação dos profissionais. Todas essas especializações estão embasadas nos 12 padrões de gerenciamento de projetos, que são aplicados no mundo todo.
Apesar de o PMI não oferecer uma metodologia, ele apresenta as melhores práticas, que já são reconhecidas e vêm sendo aplicadas cada vez mais. Os padrões são, portanto, documentos que indicam diretrizes, características e regras para melhorar o trabalho em cinco categorias: programas, projetos, pessoas, profissões e organizações.
Além disso, o PMI oferece outras oportunidades de desenvolvimento profissional, como cursos de educação a distância e outros procedimentos praticados pelos Provedores Registrados de Educação, que estão disponíveis em 1.400 locais no mundo para capacitar profissionais de gerenciamento de projetos.
Existe ainda o Programa de Pesquisa PMI, que tem a finalidade de melhorar a ciência da gestão de projetos. Essa iniciativa promove debates, seminários, conferências, sessões de trabalho, entre outros, sempre com o objetivo de discutir novas ideias e revisitar aquelas que já estão sendo praticadas.
A partir disso, entende-se que o PMI é aplicado por qualquer profissional de gestão de projetos, que passa a compreender de forma mais global as particularidades de cada projeto e consegue articular as ações necessárias para obter mais produtividade e eficiência com a diminuição de custos e despesas.

Vantagens em aplicar recomendações do PMI

O ambiente corporativo está bastante competitivo e as empresas precisam agir estrategicamente para se destacarem. Uma forma de fazer isso é aplicar as recomendações do PMI, apresentadas pelo Guia PMBOK.
Mas quais são as vantagens diretas conquistadas pela empresa? As principais são:
  • Redução de gastos — As melhores práticas reduzem a quantidade de recursos desperdiçada e o retrabalho.
  • Aumento dos lucros — Esta é uma consequência da redução de gastos, o que proporciona uma margem de lucro maior.
  • Padronização do planejamento — As práticas aplicadas impõem uma padronização, o que facilita o entendimento do projeto e dos procedimentos que devem ser realizados.
  • Aumento do controle e do monitoramento durante o ciclo de vida do projeto — As ações podem ser fiscalizadas com mais eficácia, sendo esta mais uma vantagem da padronização. Dessa forma, é possível ajustar o processo sempre que necessário e ter resultados mais positivos devido à identificação rápida de erros e falhas.
  • Melhoria da gerência dos projetos — O gestor tem a possibilidade de executar as ações de forma mais coordenada e assertiva.
  • Definição de fluxos eficientes de informações e ações — O Guia PMBOK indica o que a empresa deve fazer para potencializar os resultados de seus projetos. Essa atitude exige um fluxo eficiente de informações e ações. Ou seja, todos na organização devem colaborar para que os objetivos sejam atingidos e trabalhar de maneira integrada e coordenada. Isso resulta em aumento da produtividade, satisfação dos colaboradores envolvidos no projeto e diminuição de custos.
  • Aumento da satisfação dos clientes — O projeto é desenvolvido para que determinado produto seja elaborado ou serviço seja prestado a um cliente específico. Quando são aplicadas práticas reconhecidas mundialmente, a tendência é que erros e falhas não aconteçam com tanta frequência, o que impacta positivamente na satisfação dos clientes.
  • Elevação da qualidade do produto ou serviço — Analisando todos os benefícios já citados, fica evidente que o resultado final é a elevação da qualidade do produto ou serviço. Quando um projeto está em andamento, ele tem um propósito final. O PMI permite alcançar esse objetivo com mais qualidade.
    Fonte: Edward Designer

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