Todos os posts de Kássia Rodrigues

O que é Teste de Software e seus tipos

Teste de Software é um processo que faz parte do desenvolvimento de software, e tem como principal objetivo revelar falhas/bugs para que sejam corrigidas até que o produto final atinja a qualidade desejada / acordada.

Profissionais que trabalham com testes (denominados analistas de testes, técnicos de testes, homologador, ou simplesmente testes) estão habituados a realizar uma bateria de testes de diferentes naturezas e propósitos, envolvendo não apenas os testes funcionais da aplicação, mas diversas outras atividades como:
  • avaliação da especificação de requisitos,
  • avaliação de projeto técnico,
  • verificações em outros documentos,
  • testes de performance e capacidade,
  • avaliação de interface,
  • dentre outros.
Para ter uma ideia a respeito da diversidade e abrangência de atividades que fazem parte do processo de testes, é apresentada a seguir uma tabela com alguns tipos de testes comuns.

 

Teste Unitário ou de Unidade

O teste unitário se concentra na verificação da menor unidade do projeto de software. Em um sistema construído com uso de linguagens orientadas a objeto, como Java, essa unidade pode ser identificada como um método, uma classe ou mesmo um objeto.
A partir de cada uma dessas unidades pode ser definido um conjunto de dados de entrada e saída.
  • Entrada: parâmetros
  • Saída: valor de retorno, exceções ou o estado do objeto.

 

Teste de Caixa-Preta

Refere-se a testes que são conduzidos na interface do software, ou seja, não se considera o comportamento interno do mesmo. Isso faz com que o analista  de teste não precise conhecer como, em nível de código, o sistema foi construído. Dados de entrada são fornecidos,  teste é executado e o resultado obtido é comparado a uma resultado esperado previamente conhecido.

 

Teste de Caixa-Branca

 

Teste de caixa branca ao contrario do teste de caixa preta tem por objetivo testar o código. Baseia-se num minucioso exame dos detalhes procedimentais, através da definição de todos os caminhos lógicos possíveis.

 

Teste de Performance

O teste de performance se divide em 3 tipos:
  • Teste de carga

    O teste de carga envolve vários agentes ou bots executando testes de desempenho, simulando o comportamento de muitos usuários simultâneos.

  • Teste de stress

    Testa o software sob condições extremas de uso. Grande volume de transações e usuários simultâneos, picos excessivos de carga em curtos períodos de tempo e testar a aplicação em situações inesperadas.
  • Teste de estabilidade

    Identifica o ponto de exaustão da aplicação e sua causa (CPU, link, banco de dados, entre outros). Verifica se o tempo de resposta é o desejado para o momento de utilização da aplicação, e se o sistema se mantém funcionando de maneira satisfatória após um período de uso. Serve para medir o que a aplicação já suporta.

 

Teste de Usabilidade

Teste focado na experiência do usuário, consistência da interface, layout, acesso às funcionalidades. Verifica se a navegabilidade e os objetivos da tela funcionam como especificados e se atendem da melhor forma ao usuário.

 

Teste de Manutenção

Testa se a mudança de ambiente não interferiu no funcionamento do sistema.

 

Teste de Segurança

Testar a segurança da aplicação das mais diversas formas. Utilizar os diversos papéis, perfis, permissões, para navegar no sistema.

 

FONTE: rules.sswslideshareportalgsti e targettrust

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O que rola na Campus Party #CPBSB


Workshop, inovação, youtubers, empresas, universidades hackathon, brindes, jogos e muito mais.

A Campus é um evento de tecnologia que está tendo sua primeira edição em Brasília, em 2017, abrindo novas janelas para os amantes de tecnologia da região.

Mais detalhes no site da campus

Veja as palestras no link http://brasil.campus-party.org/brasilia/streaming-cpbsb-principal

Arena

Principal local de interação para os campuseiros, uma vez que que estes podem utilizar as bancadas para conectar à internet de alta velocidade e assistir palestras, participar de whorkshops, desafios, jogos, adquirir brindes e networkings. Com vários palcos e stands de empresas.

Área Vip

Reservado para pessoas com cunho politico, estrangeiros e empresarial. Sendo uma área isolada com acesso para pessoas credenciadas para proporcionar privacidade e conforto a essas pessoas.

Área Open

Área limitada para quem não tem ingresso, sendo assim essas pessoas não podem acessar a arena e o camping, mas interagem com startups, competição de drones, guerra de robos , bancas de faculdades e empresas como o SEBRAE.

Camping

Área de descanso dos campuseiros, tendo estes acesso a barracas individuais ou duplas, sendo responsabilidade de cada campuseiro cuida de sua barraca, pois elas deverão ser levadas para casa para uso próprio. Além da área destinado ao descanso, tem-se também a possibilidade de realizar a higiene pessoal utilizando as duchas disponibilizadas pela equipe do evento e os banheiros.

 

Fonte: oblogdainovação

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5 Bancos de dados para desenvolvimento mobile

Esses bancos de dados utilizam Web Services, para o consumo e a troca de dados entre cliente e servidor. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria “linguagem”, que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.

1 –  Parse

http://parseplatform.org/

É um banco de dados na nuvem, orientado a objetos e uma ferramenta que auxilia desenvolvedores mobile. Ele armazena dados na nuvem, gerencia identidades, lida com notificações push e executa códigos personalizados na nuvem.

Anteriormente o Parse funcionava como serviço hospedado, ele está programado para sair do ar como serviço hospedado em meados de 2017.

Atualmente ele é um Servidor Open Source construído em Node.JS, veja aqui como fazer a migração de sua aplicação se caso você utilizava o serviço gratuito e hospedado.

Saiba mais

2 – KSOAP2

http://simpligility.github.io/ksoap2-android

O projeto ksoap2-android fornece uma biblioteca cliente SOAP leve e eficiente para a plataforma Android .

É um fork da biblioteca kSOAP2 que é testada principalmente na plataforma Android, mas também deve funcionar em outras plataformas que utilizam bibliotecas Java.

Até a versão 3.4.0, ele ainda está usando Java 1.3 por isso deve funcionar bem em JavaME, Blackberry e assim por diante. Além de que Java 1.5 é definido como o nível de linguagem.

ksoap2-android tem sido constantemente aprimorado e expandido com mais recursos. Ele é mantido ativamente e congratulamo-nos com correções de bugs e contribuições. Lançamentos são feitos semi-regularmente com contribuições da comunidade na forma de melhorias e mais.

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3 – SQLite

http://www.sqlite.org

SQLite é uma biblioteca em linguagem C que implementa um banco de dados SQL embutido. Programas que usam a biblioteca SQLite podem ter acesso a banco de dados SQL sem executar um processo SGBD separado.

SQLite não é uma biblioteca cliente usada para conectar com um grande servidor de banco de dados, mas sim o próprio servidor. A biblioteca SQLite lê e escreve diretamente para e do arquivo do banco de dados no disco.

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4 – Firebase

https://www.firebase.com

Firebase é um provedor de serviços na nuvem e um backend as a service, uma companhia localizada em San Francisco, California. A companhia faz uma série de produtos para desenvolvedores de software que criam aplicativos móveis ou da web. Firebase foi fundada em 2011 por Andrew Lee e James Tamplin e lançado com um banco de dados em nuvem em tempo real em abril de 2012. produto primário de Firebase é um banco de dados em tempo real que fornece uma API que permite aos desenvolvedores para armazenar e sincronizar dados entre vários clientes. A empresa foi adquirida pela Google em Outubro de 2014.

Saiba mais

5 – Realm

https://realm.io

Realm é uma base de dados móvel que roda diretamente no interior de telefones, tablets ou dispositivos vestíveis. Essa base de dados trabalha com o Android e iOS.

Um melhor banco de dados móvel significa melhores aplicativos. Use o Realm Mobile Database para salvar dados em minutos para que você possa criar aplicativos para dispositivos móveis em uma fração do tempo. Nosso banco de dados de objetos é uma alternativa simples para SQLite e Core Data e orgulhosamente open source.

Fonte: mvalider

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Campus Party

A origem da Campus Party

CAMPUS-PARTYSTRIPE

Começou numa festa lan da organização espanhola de jovens, EnRED. Algo parecido com um dos famosos corujões, comuns em lan-houses. Na ocasião, 1997, o diretor da emissora Channel 100, Paco Regageles, sugeriu expandir o evento e mudar seu nome para Ben-AI-Party, pois ele ocorria em Benalmádena. Com o crescimento, a EnRED deixou o evento.

Em 1999, Paco Regageles, Belinda Galiano, Yolanda Rueda, Pablo Antón, Juanma Moreno e Rafa Revert fundaram a E3 Futura. O seu objetivo era deixar a tecnologia mais acessível para a sociedade. Dela, surgiu a Futura Networks, que organiza e é responsável por promover a Campus Party (e outros eventos com a mensagem de inclusão e responsabilidade digital). Em 2008, a Campus Party desembarcou no Brasil. Desde então, geeks transformam-se em campuseiros por uma semana (e todos os anos), mostrando que pessoas inteligentes também sabem se divertir.

E neste caso, a diversão vem acompanhada de internet banda larga (com velocidade espantosa), palestras com nomes de destaque do mercado, belas garotas (entregando panfletos de patrocinadores), computadores com configurações e gabinetes irados, oficinas, debates, campeonatos de games e… barracas. Afinal, é também um evento de camping.

Trata-se de uma reunião de geeks (de vários perfis) trocando experiências e se divertindo. A lista tem amantes e jogadores profissionais de games (profissionais mesmo), usuários inveterados de redes sociais (sempre tuitando, claro), jovens estudantes de Engenharia, Ciências da Computação e cursos afins (normalmente acompanhados de seus robôs), defensores dos softwares livres, jornalistas da área, blogueiros e internautas comuns, igual a nós, sabe?

Campus Party Brasília

A capital vai receber, em junho de 2017, a primeira Campus Party Brasília e a contagem regressiva já começou a compra dos ingressos esta disponível no site oficial Campus Party. O evento acontecerá entre os dias 14 a 18 de junho. E para entrar no clima de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo o Governo do Distrito Federal fez o aquecimento do evento, que acorreu em 5 de novembro de 2016, teve oito horas contínuas de conteúdos no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Lotes de vendas

INGRESSO + BARRACA

1º lote (Abril) R$ 220,00
2º lote (Maio) R$ 250,00
Lote Final (Junho) R$ 280,00

Para 2017, preparem-se para 05 dias de uma Campus Party completa: com palestras, workshops, freeplay, hackathons, camping e muito mais! Confira no vídeo a edição histórica dos dez anos da Campus Party que rolou em janeiro no Anhembi, SP.

A Campus Party

Arena

Onde tudo acontece: palestras, workshops, FreePlay, Hackathons e o OVNI, de onde sai a Internet cabeada de alta velocidade para vários pontos de conexão distribuídos pelas bancadas.

arena

 

Camping

Área exclusiva para descanso dos campuseiros com mais de 1 mil barracas. Quem adquire o ingresso com barraca conta com uma área montada com serviço de camping.

barraca

 

Open Campus

Área aberta ao público, com entrada gratuita e várias atrações ligadas à Inovação e Tecnologia que recebe, ainda, os projetos StartUp & Makers e Campus Future.

open campus

Palestras

É uma prática bem comum na Campus. Quem realiza é um palestrante e, normalmente, trata-se de um indivíduo com amplos conhecimentos de um tema e que deseja passar a determinado público.

palestras

Workshops

Reunião de pessoas interessadas em um determinado assunto. Pode ser também uma atividade para discussão sobre um tema que é de interesse para todos, uma espécie de seminário, grupo de discussão ou colóquio, que enfatiza a troca de ideias e a demonstração e aplicação de técnicas, habilidades e etc.

workshops

Hackathons

É uma maratona de programação que movimenta toda a área de tecnologia, podendo durar dias e totalmente focada no desenvolvimento de soluções que possam impactar a organização tanto interna quanto externamente.

Hackathons já fazem parte do cotidiano das empresas mais inovadoras e lucrativas do mundo, como o Facebook e o Google, e no Brasil cada vez mais empresas encontraram nessa ação uma solução para exercer a criatividade de seus colaboradores e obter soluções para as mais variadas questões do dia a dia. Atualmente, não somente por projetos idealizados especificamente por pessoas da área de programação é constituída uma Hackathon.

Depois de definidos os temas, é hora de pedir que os colaboradores se candidatem a compor os times responsáveis pela execução dos projetos. Com as candidaturas recebidas, os times devem ser formados, de acordo com suas afinidades, considerando os perfis e potencial de cada pessoa.

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Primeiro magistral confirmado para a #CPBSB!

Ele sobe ao Palco Principal para falar sobre “A exploração DIY na Terra, no Espaço e Além“. Dia 14 de junho, às 21h.

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O americano já foi consultor estratégico da NASA e trabalhou em um projeto da GoPro para lançar a câmera no Espaço. Hoje o renomado consultor do Vale do Silício acumula 17 anos de experiência e atua também como empreendedor e entusiasta da tecnologia. Palestra imperdível!

Fonte: CampusPartyprofissionaldeecommerce , superdownloads

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Governança de TI

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A governança de TI é uma estrutura para liderança, estruturas organizacionais e processos de negócios, padrões e conformidade com esses padrões, que garantem que a TI da organização apoie e alcance a realização de suas estratégias e objetivos. É um requisito fundamental que melhora grandemente o sucesso de uma organização.
Em outras palavras, a governança de TI está preocupada com o alinhamento estratégico entre metas e objetivos de negócios e o uso de recursos de TI para efetivamente alcançar os resultados desejados. Para ser eficaz, tem que ter tomada de decisões relevantes e atempadas, criando e estimulando o diálogo crítico que conduzirá as decisões melhores e mais informadas, e aumentando a transparência e o nível de colaboração dentro da instituição.

A necessidade de governança de TI

As empresas devem prestar atenção à governança de TI por causa da necessidade de satisfazer dois requisitos críticos – mitigação de risco e conformidade.

Um acidente grave de tecnologia pode afetar não apenas os processos de negócios, mas também os relacionamentos com os clientes. Falhas críticas na TI podem abalar a confiança do consumidor, que as organizações não podem pagar a qualquer custo. Uma estrutura adequada garante que os sistemas, processos e infra-estrutura de TI sejam adequados e possam proteger e mitigar os riscos de negócio.

Outra consideração fundamental é a regulamentação imposta às empresas em matéria de retenção de dados, confidencialidade, responsabilidade financeira e recuperação de desastres. Governança de TI estabelece padrões e sintetiza processos e sistemas. Desta forma, a governança de TI ajuda uma organização a atingir a conformidade regulamentar e ser proativa sobre a segurança ea integridade de seus dados e processos.

Diretrizes de governança de TI para Diretores Os diretores precisam assumir liderança e criar uma estrutura de governança de TI que seja realista e flexível para sua organização. Aqui estão algumas diretrizes para consideração.

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Frameworks da GTI

Para implantar a Governança de TI em sua empresa, é importante que você conheça todos os frameworks – em outras palavras, modelos de trabalho – que fornecem as métricas e o que deve ser feito para garantir a eficácia desta prática.
Os principais frameworks da GTI são:

  • Cobit (Control Objectives for Information and related Technology)
    Este é o modelo de trabalho mais utilizado na Governança de TI e está na sua versão 4.1. Ele apresenta recursos que incluem sumário executivo, controles de objetivos, mapas de auditorias, indicadores de metas e performances e um guia com técnicas de gerenciamento. Suas práticas de gestão são recomendadas por especialistas da área e ele pode ser utilizado para testar e garantir a qualidade dos serviços de TI prestados, utilizando um sistema de métricas próprio.
  • ITIL (Information Technology Infrastructure Library)
    Este é um framework que é voltado para o público e não para o proprietário. O ITIL define o conjunto de práticas para o gerenciamento dos serviços de TI por meio de “bibliotecas” que fazem parte de cada módulo de gestão. Dessa forma, diferentemente do Cobit, este é um modelo mais focado para os serviços de TI em si.
  • PmBOK (Project Management Body of Knowledge)
    Este framework está voltado para o gerenciamento de projetos da área e melhorar o desenvolvimento e a atuação dos profissionais de TI. Todas as definições, conjuntos de ações e processos do PmBOK estão descritos em seu manual, que expõe as habilidades, ferramentas e técnicas necessárias para realizar a gestão de um projeto.

Criando um comitê de direção

A segurança da informação afeta toda a organização, e todas as partes afetadas por questões de segurança devem ser envolvidas. Para conseguir isso, a nomeação de um comitê de direção, que inclui liderança empresarial, bem como representantes de todas as funções é um grande passo em frente. O comitê de direção deve se reunir e rever as políticas e procedimentos de TI regularmente.

Como a GTI pode ajudar a minha empresa?

Agora que você conhece um pouco mais sobre a Governança de TI, é necessário conhecer um pouco melhor sobre as suas vantagens e como ela pode ajudar a sua empresa. Basicamente, a implantação de suas práticas promove a segurança de toda a informação que circula no interior de seus sistemas e softwares, assim como garante a durabilidade e eficácia de todos os recursos de TI que estão em uma organização.

Dessa forma, é possível:

  • Evitar que dados e informações sigilosas sobre a sua empresa sejam vazados, causando enormes danos aos seus negócios;

  • Garantir a automatização dos processos e das tarefas específicas, economizando, assim, tempo e dinheiro;

  • Assegurar a eficácia e facilitar a utilização das ferramentas e recursos de TI dentro de sua empresa, pois com a sua implantação, há menos riscos de bugs, paradas ou fatores que comprometam o seu funcionamento;

  • Melhorar e inovar os processos de gestão, marketing e vendas de seus negócios, tornando assim a sua empresa mais competitiva;

  • Antecipar os problemas e os riscos que podem prejudicar os seus negócios e, dessa forma, garantir mais precisão nas suas decisões;

 

Software para aplicar a Governança de TI

Os desafios para aplicar a Governança de TI são grandes. Umas das formas, além de estudar sobre o tema compartilhar esse conhecimento com a sua equipe é utilizar alguma ferramenta que apoie a governança de TI. A opServices como desenvolvedora do OpMon possui grande experiência para ajudar neste tema.
Conhecer melhor todo o funcionamento da Governança de TI e as suas vantagens já é o primeiro passo para a sua implantação, a fim de garantir a melhoria de seus serviços e produtos. Se você se sentiu atraído pela ideia, não hesite em apostar e investir nela. Esta é a melhor forma de conquistar o sucesso do uso de TI em sua empresa.

Fonte: OpServices e Stone Forest IT

 

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TCC – Sites para fazer pesquisas acadêmicas

Não aguenta mais usar apenas o Google para fazer pesquisas acadêmicas e o TCC? Descubra sites alternativos

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Cansado de procurar todas as respostas das quais precisa no Google? Ele é realmente um buscador bastante prático, mas existem outros locais que podem lhe dar bons resultados de pesquisas acadêmicas.

Fontes Digitais

Fonte de informação seria o ponto inicial a qual todo pesquisador se apoia para dar consistência a sua pesquisa, pode ser “qualquer pessoa, documento, organismo ou instituição que transmite informações”. Baseado nessa informação é possível dizer que fonte digital abrange todos os veículos da comunicação científica, sendo eles documentos eletrônicos. Podendo ser fonte formal ou informal.

• Web of Science (base restrita)
• SIBI – Sistema Integrado de Bibliotecas da USP
• Proquest
• Ibict
• Capes

Sites para pesquisa

Biblioteca da UFSC:
http://www.bu.ufsc.br

Biblioteca da UFMG:
http://www.bu.ufmg.br/

Biblioteca da USP:
http://www.usp.br/sibi/

• Para localizar teses nacionais:
http://bdtd.ibict.br/vufind/

Para localizar periódicos:
http://www.periodicos.capes.gov.br

Sem título

FONTE: UNIVERSIA

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