Afinal, o que é e-Business (Negócios Eletrônicos)?

Você já percebeu que muitos termos relacionados à internet utilizam a letra “e” como prefixo?

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Negócios eletrônicos é a tradução do termo em inglês e-business. Esse termo, por sua vez, é o acrônimo (palavra formada pela primeira letra das palavras que compõem o termo) de electronic business (negócios eletrônicos), ou seja, a letra “e” refere-se a palavra inglesa electronic. Essa é a denominação utilizada para identificar os “negócios efetuados por meio eletrônico, geralmente na internet”, pois existem negócios que são feitos eletronicamente sem necessariamente utilizarem a internet. Por exemplo, existem negócios que utilizam a telefonia fixa ou móvel, e também são considerados negócios eletrônicos.

O termo e-business foi originalmente utilizado por executivos da IBM em 1996 durante uma apresentação em Wall Street. Posteriormente, a IBM fez o lançamento oficial através de uma massiva campanha de marketing e a denominação passou a ser empregada como referência no mercado.

Benefícios do e-business

Os negócios eletrônicos apresentam muitos benefícios para as empresas, para as pessoas e para a sociedade. Talvez você conheça a alguns deles, mas vale a pena refletir sobre os mesmos:

Comodidade: as pessoas podem fazer muitas coisas sem precisar sair do conforto de suas casas ou dos seus locais de trabalho, sem perda de tempo;

Alcançar novos mercados: as organizações que utilizam os negócios eletrônicos quebram as barreiras geográficas, ou seja, podem ser acessadas de qualquer local;

Maior igualdade de competição: permite que as pequenas empresas consigam competir, em determinadas situações, com as grandes;

Atuação 24/7: quebra da barreira temporal, pois os negócios eletrônicos funcionam 24 horas por dia em 7 dias por semana. Uma loja virtual, por exemplo, nunca fecha;

Melhor conhecimento dos clientes: a tecnologia da internet permite capturar informações dos consumidores ou clientes, dados sobre seus comportamentos, características e preferências;

Segmentações e personalizações de ofertas com maior valor: com a ajuda da tecnologia de programação e banco de dados, é possível segmentar melhor os clientes por diversos critérios (gênero, idade, faixa de renda, localização etc.) e oferecer produtos ou serviços mais adequados às suas características, o que provavelmente resulta em maior satisfação e fidelização;

Maior rapidez para atingir o mercado: uma das características do mercado atual é a constante mudança, um ambiente de constantes turbulências. Nesse cenário, as empresas precisam agir rapidamente seja para aproveitar oportunidades ou para se proteger dos riscos. Os negócios eletrônicos permitem atualizar informações e processos com grande agilidade e flexibilidade, lançar novos produtos e serviços ou suspender suas vendas;

Mix ampliado e variado de produtos e serviços: diferente dos negócios físicos o ambiente dos negócios eletrônicos é virtual, ou seja, as organizações não precisam investir em espaços físicos, em construções, reformas e prateleiras. Com isso, o conjunto de produtos oferecidos (mix) pode ser muito mais amplo, dependendo mais da sua capacidade de produção (se for uma indústria), armazenamento (se for necessário), distribuição (logística) e disponibilização de capital de giro (conforme a estratégia financeira);

Melhor gestão da cadeia de suprimentos: os negócios eletrônicos podem trabalhar com os sistemas just in time, o que propicia grandes reduções de custos. O comércio eletrônico, muitas vezes, permite que a empresa trabalhe com o estoque do fornecedor, ou seja, ela não precisa comprar e estocar produtos e vender diretamente os produtos contanto com o estoque disponível no fornecedor , o que também representa uma grande redução de custos;

Trabalho colaborativo: a tecnologia da informação disponibiliza ferramentas de comunicação que permitem esse tipo de trabalho, com equipes virtuais formada por funcionários e parceiros de negócios, localizados em qualquer local do globo. Uma empresa pode montar uma equipe com algumas pessoas do Brasil, outras dos EUA e outras do Japão, por exemplo, todos trabalhando em um ambiente virtual, discutir detalhes de um projeto, trocar documentos, realizar vídeo conferências, dentre outras possibilidades;

Mobilidade: com os recursos tecnológicos atuais, os funcionários de uma empresa podem utilizar a intranet (rede interna da empresa que utiliza a mesma tecnologia da internet) corporativa ou extranet (extensão da intranet para funcionários, fornecedores ou parceiros) para acessar sistemas de forma segura, disponibilizar ou trocar documentos e informações, utilizar aplicativos a qualquer momento e de qualquer local com acesso as redes de comunicações. Os fornecedores e parceiros de negócios da empresa podem utilizar a extranet para realizar transações, acessar alguns sistemas (de forma protegida), utilizar aplicativos de interação com a empresa de qualquer local que tenham acesso.

Melhor comunicação interna e externa e redução de custos: as novas tecnologias de comunicação que surgiram nos últimos anos, englobando sistemas e dispositivos, possibilitam um melhor nível de comunicação, mais rápido, ágil e interativo. Além das formas tradicionais de comunicação na internet e telefonia móvel, como o e-mail e o SMS, podemos utilizar aplicações como o Skype, WhatsApp, Twitter etc.;

Geração de novas fontes de receitas: além da atual forma de atuação da empresa, novos modelos de negócios podem ser criados, aproveitando as facilidades e potencialidades da tecnologia. As organizações devem constantemente rever seus modelos de negócios com o intuito de modernizá-los, assim como analisar a possibilidade de criar novos.

Visibilidade: as organizações que utilizam os negócios eletrônicos tem a possibilidade de aumentar sua visibilidade. Seu site pode ser acessado por qualquer pessoa, de qualquer local e em qualquer horário. Além disso, com o crescimento das redes sociais (Facebook, Google+, LinkedIn etc.), a presença das organizações nesses ambientes é imprescindível para o relacionamento, engajamento e proteção da marca. Também é importante usar as mídias sociais (Youtube, Twitter, SlideShare, SoundCloud etc.) nos diversos formatos que elas oferecem. Muitas organizações utilizam os Blogs em conjunto com seus sites que, quando bem utilizados, são excelentes formas de interação com os visitantes e clientes. A disponibilização de conteúdo de valor (posts, ebooks, vídeos, áudios etc.), muitos deles gratuitos, é uma das melhores formas de engajar clientes e potenciais clientes, o que se chama de marketing de conteúdo.

Os negócios eletrônicos precedem ao surgimento da internet

Embora os negócios eletrônicos seja um assunto que ganhou força com o advento da internet, o seu conceito precede ao surgimento da grande rede.

Na década de 1970, algumas redes financeiras já utilizavam soluções proprietárias de hardware e software para realizar transações. Até mesmo o EDI (Electronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados) já existia na década de 1960.

Essas formas de transações eletrônicas, embora mais precárias, também podem ser consideradas negócios eletrônicos.

E-business e E-commerce

E-business (negócios eletrônicos) e e-commerce (comércio eletrônico) são a mesma coisa? Eles são sinônimos?

Não. O e-commerce é um subgrupo do e-business. Além disso, o e-business inclui atividades de contato e relacionamento com os clientes ou usuários e toda a retaguarda que formam o mecanismo principal de um negócio eletrônico moderno.

O e-business não trata apenas das transações de comércio eletrônico ou de compras e vendas na internet. É uma estratégia global de redefinição de antigos modelos de negócios para maximizar o valor para o cliente e os lucros.

Franco Júnior, autor do livro “E-business na infoera”, utiliza a metáfora do iceberg para explicar a diferença entre os conceitos de e-commerce e e-business. Para ele, a parte visível do iceberg é relativa ao e-commerce e o e-business é o iceberg todo.

Por exemplo, quando um consumidor visita uma loja virtual, ele está virtualmente no e-commerce, mas quando ele realiza uma compra, toda a retaguarda para atender o pedido é acionada. Muitos dos processos para isso podem ser feitos de forma eletrônica e automatizada. Então, outras partes do e-business entram em funcionamento: cadastro do cliente, aceitação do pagamento, controle de estoque, acionamento da logística interna e externa etc., fazem parte da retaguarda do negócio.

Embora muitos dos negócios eletrônicos sejam comerciais, cabe ressaltar também que eles podem ou não ter fins lucrativos. Muitas organizações governamentais ou ONGs utilizam os negócios eletrônicos.

M-business (mobile business)m-business-smartphone

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É bem provável que você já tenha ouvido o termo mobile, mas m-bussines, você conhece?

O termo M-Business é acrônimo do termo em inglês Mobile Business (Negócios Eletrônicos Móveis) e corresponde à versão móvel do e-business. Trata-se de negócios eletrônicos realizados por meio de dispositivos móveis (basicamente tablets e smartphones).

Assim como existe a diferenciação entre e-business e e-commerce, o M-Commerce é a versão móvel do e-commerce.

As principais características do M-business são:

Ubiquidade: o usuário pode encontrado ou acessar o meio digital (rede telefônica móvel ou internet) em qualquer horário e lugar, desde que haja conexão com o seu dispositivo móvel (2G, 3G, 4G, Wi-fi).

Acessibilidade: o usuário pode acessar a internet, intranet ou extranet, não importa onde se encontre, desde que haja conexão.

Personalização: a internet possui uma quantidade enorme de informações e serviços. Porém, os recursos atuais da tecnologia da internet permitem a personalização e filtro dos conteúdos acessados, além dos aplicativos para finalidades específicas e diversas.

Flexibilidade: a mobilidade e a portabilidade, características dos dispositivos móveis, permitem aos seus usuários maior facilidade e flexibilidade para realizar transações, trabalhar ou estudar enquanto viajam ou se locomovem.

Disseminação: algumas infraestruturas de redes sem fio (wireless) possibilitam enviar dados simultaneamente a todos os usuários cobertos por uma determinada área geográfica, o que se caracteriza como excelente meio de disseminar informações em grande escala e realizar marketing por localização.

Modalidades de relacionamentos nos Negócios Eletrônicos:

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Uma das formas de classificar os negócios eletrônicos é por meio das modalidades de relacionamentos entre os agentes que participam das redes. Uma “sopinha de letras”.

B2C (Business to Consumer/Customer ou Empresa para Consumidor/Cliente). Uma empresa fornece um produto ou serviço para o consumidor ou cliente. Por exemplo, uma loja virtual em que a empresa vende para o consumidor final. O consumidor só se torna cliente depois de efetuar sua primeira compra da empresa;

C2B (Consumer/Customer to Business ou Consumidor/Cliente para Empresa). Um consumidor ou cliente fornece informação para uma empresa. Por exemplo, um consumidor ou cliente que faz uma reclamação ou sugestão pela internet para a empresa, ou então, uma pessoa que cadastra seu currículo no site de uma empresa;

B2B (Business to Business ou Empresa para Empresa). Relação entre empresas. Por exemplo, a relação entre os fornecedores e seus clientes empresariais pela internet ou extranet;

B2E (Business to Employee ou Empresa para Empregado). Relação entre uma empresas e seus empregados. Por exemplo, um serviço de treinamento online que a empresa disponibiliza para os seus empregados pela sua intranet ou extranet;

E2B (Employee to Business ou Empregado para Empresa). Relação entre um empregado e a empresa onde trabalha. Por exemplo, uma sugestão feita pelo empregado para a empresa através de sua intranet;

G2B (Government to Business ou Governo para Empresa). Relação entre o governo e as empresas. Por exemplo, o fornecimento de serviços do governo, como consultas ou a emissão de guias e certidões pela internet para as empresas;

B2G (Business to Government ou Empresas para o Governo). Relação entre as empresas e o governo. Por exemplo, o site www.comprasgovernamentais.gov.br no qual as empresas participam de licitações para o fornecimento de produtos e serviços para o governo;

G2G (Government to Government ou Governo para Governo). Relações entre esferas ou órgãos do governo. Por exemplo, o serviço do governo federal que permitem aos governos dos estados ou dos municípios acessar informações sobre a liberação de verbas, ou então, as aplicações que permitem a tramitação de documentos eletrônicos entre as esferas do governo;

G2C (Government to Citzen ou Governo para o Cidadão). Relações entre o governo e os cidadãos. Por exemplo, o serviço de emissão de certidões negativas de débitos de tributos e contribuições federais;

C2G (Citzen to Government ou Cidadão para o Governo). Relações entre o cidadão e o governo. Por exemplo, o cidadão propões ao governo uma instrução normativa sobre um assunto pela internet e, com base nessa proposta, o governo decreta essa instrução normativa;

C2C (Consumer to Consumer ou Consumidor para Consumidor). Relação entre consumidores. Por exemplo, os sites de leilões ou classificados online onde os consumidores realizam transações de compra e venda.

E-business e a estratégia organizacional

Muitos modelos de negócios atuais são desenvolvidos a partir de determinadas tecnologias de negócios eletrônicos.

Antigamente, o pessoal de TI (Tecnologia da Informação) era chamado para participar dos grupos multidisciplinares das organizações para prestar apoio em como a tecnologia poderia ajudar as estratégias.

Atualmente, em muitas organizações, os profissionais de tecnologia são os que mais contribuem para a formulação das estratégias. Grande parte das estratégias são feitas com base na tecnologia. Em muitas empresas, como algumas das áreas de tecnologia, de telefonia e alguns bancos, o CEO (Chief Executive Officer ou Diretor Executivo) é um profissional que veio da área de TI.

Desenvolvimento de negócios eletrônicos

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Como criar um negócio eletrônico?

Para se criar um negócio eletrônico é recomendável utilizar as ferramentas para o desenvolvimento de modelos de negócios, formular e testar hipóteses, e depois de validadas, aprofundar os estudos e análises para o crescimento do negócio.

Atualmente, principalmente para os negócios eletrônicos, trabalhar diretamente com os planos de negócios não é a melhor alternativa.

Os planos de negócios são documentos mais amplos e completos, provenientes de estudos mais profundos e morosos sobre o negócio em foco, mas que nem sempre correspondem à realidade em relação aos elementos que compõem o negócio, como o público alvo, a proposta de valor, os canais de comunicação, os recursos e atividades principais, os parceiros, a forma de rentabilidade, os custos etc.

Como os modelos de negócios, você pode testar as hipóteses antes de partir para um plano de negócio. Portanto é bem mais seguro, além de economizar tempo e dinheiro, principalmente para as startups.

FONTE: NE

Alexa: O futuro da Amazon

Quando “Star Trek: The Next Generation” foi exibido pela primeira vez na década de 1980, ele prevê uma série de avanços tecnológicos para o futuro da humanidade. Definido no século 24, o show apresentou impressoras 3-D, viseiras que poderiam fornecer visão artificial e um simulador de realidade virtual chamado holodeck. Mas talvez sua criação mais presciente fosse o supercomputador a bordo do navio. O software (geralmente referido apenas como “Computador”) poderia localizar pessoas, abrir portas e recuperar respostas para perguntas complicadas. Membros da tripulação falavam seus pedidos, e o auxiliar sempre presente respondia em segundos.

Amazon trouxe uma versão desse computador para a vida real recentemente, embora alguns séculos mais cedo do que “Star Trek” previu. Em julho do ano passado, David Limp, executivo da empresa que trabalha com o produto, disse em entrevista à revista Fortune que a ideia de uma máquina conhecedora, com acesso a toda a informação do mundo, captura sua imaginação desde a primeira vez que a viu na televisão. Levou, disse ele, uma equipe de 1.000 engenheiros para escrever seu código, e quando o dispositivo foi concluído, a Amazon decidiu chamá-lo de Alexa, taquigrafia para Alexandria, como na antiga Biblioteca de Alexandria no Egito. Ele foi projetado para funcionar principalmente com um conjunto de alto-falantes sem fio, também fabricado pela Amazon, chamado Echo, Echo Dot e Tap.

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A empresa descreve Alexa como uma assistente pessoal inteligente, que pode reproduzir sua música favorita ou ler um livro, ou recitar uma receita enquanto você cozinha. Você também pode fazer compras através da Amazon simplesmente perguntando. As possibilidades são aparentemente intermináveis, porque Alexa pode aprender novas “habilidades” (como Amazon gosta de chamá-las) de desenvolvedores de terceiros que integram Alexa em seus próprios produtos.

No início de 2016, havia 135 habilidades projetadas para trabalhar com Alexa, mas este ano esse número aumentou para mais de 7.000. Alexa agora pode pedir um Uber ou uma pizza, verificar o seu saldo bancário, controlar a sua TV, ligar e desligar as luzes e até mesmo medir as emissões de dióxido de carbono do seu carro. “Alexa, compre-me café” é apenas uma fração do que vai ser ao longo do tempo, disse Ben Schachter, um analista de internet que cobre Amazon para a empresa de ações Macquarie Securities.

Alexa já evoluiu de um dispositivo experimental para um dispositivo elétrico doméstico irresistível.  Alexa está sempre ouvindo, pronto para servir. Isso já deu a volta pela culatra: quando um apresentador retransmitiu uma história sobre uma garotinha usando sua Alexa para encomendar uma casa de bonecas, ela desencadeou dezenas de Alexas nas casas de pessoas assistindo a transmissão para também tentar pedir uma.

Cinco anos atrás, poucos teriam adivinhado que a Amazon já estaria à frente das principais empresas de tecnologia que disputam a liderança em domótica. Mas Jeff Bezos, fundador e diretor executivo da empresa, vêm moldando essa visão desde os primeiros dias da Amazon. “The Everything Store”, um livro de 2013 de Brad Stone sobre como Bezos transformou a startup de uma livraria on-line em um gigante de comércio eletrônico que é hoje. “O objetivo de longo prazo de Bezos é vender tudo, em qualquer lugar”, escreve Stone. “Ele vai tentar se mover mais rápido, trabalhar mais duro com seus funcionários, fazer apostas mais ousadas e perseguir tanto grandes invenções quanto pequenas, tudo para alcançar sua grande visão para a Amazon.

Essa é a promessa sedutora inteira da Amazon e Alexa: uma vida muito mais eficiente e gerenciável, uma em que você pode terceirizar tarefas mundanas enquanto você faz algo mais importante, como passar tempo com sua família.

Facebook está trabalhando em um assistente inteligente, chamado Jarvis (nomeado como o computador inteligente que ajuda Tony Stark, ou Homem de Ferro, a navegar em seu entorno). Há rumores de que a Apple está trabalhando em uma grande atualização para Siri. O Google é atualmente o concorrente mais próximo da Amazon. A empresa passou décadas organizando as informações do mundo e aprendendo sobre nossos hábitos e preferências no processo, para que um dia saiba o que queremos antes mesmo de fazer. Busca, então, irá evoluir longe do ato real de busca para o ato de surgimento. A empresa está trabalhando em uma versão de inteligência artificial chamada Google Assistant para aperfeiçoar essa capacidade.

Mas enquanto o Google está trabalhando para antecipar suas necessidades, a Amazon está se preparando para ser o único lugar que você precisa ir para cumpri-las. Pensando nas restrições da Amazon (a empresa nunca tentou introduzir uma rede social ou um serviço de e-mail, por exemplo) você pode entender algo sobre o futuro que a Amazon parece imaginar: um momento em que nenhuma tela é necessária, apenas sua voz.

Anand Sanwal, executivo-chefe da CB Insights, uma startup de previsão de tendências em Nova York, disse que a Amazon tem algo que seus concorrentes só sonham: atenção e confiança dos consumidores. “Nos últimos anos, a Amazon tornou-se o mecanismo de busca de produtos de consumo, ao invés do Google”, disse ele. “Se você está indo comprar algo, e você tem já uma conta de Amazon, você está indo provavelmente comprá-lo lá”. Com o Google, você ainda tem que ir para a Amazon ou Walmart. “A Amazon está investindo em reboques de abastecimento, drones e centros de atendimento para desenvolver seu próprio serviço postal e sistema de entrega”.

Fonte:The New York Times