Consumidores querem que senhas desapareçam

Consumidores querem que senhas desapareçam

Todos os dias, os brasileiros vivem uma cena comum: eles navegam em lojas online – na web ou no celular –, escolhem um produto que querem comprar, colocam no carrinho de compras e, na hora de fechar o pedido, desistem. A culpa é da senha. Ao apertar o botão comprar, é preciso digitar o código, mas a maioria das pessoas esquece o número cadastrado.

De acordo com um novo estudo da empresa de serviços de pagamento Mastercard, 52% dos brasileiros abandonam o carrinho de compras em sites de e-commerce por esse motivo. “As pessoas usam senhas de oito a dez vezes por dia, mas as esquecem na maioria das vezes. É um problema”, diz o presidente de soluções empresariais de segurança da Mastercard, Ajay Bhalla, em entrevista exclusiva ao Estado.

Quando as pessoas esquecem as senhas, a loja, o banco e a Mastercard perdem dinheiro. Por isso, as senhas estão na mira da companhia desde o ano passado, quando começaram as pesquisas sobre novas formas de autenticação. A primeira candidata a tentar “aposentar” a senha é a autorização de compras por meio de selfies, que deve chegar ao Brasil no próximo ano. Na entrevista a seguir, Bhalla explica porque as senhas estão ultrapassadas e como as novas tecnologias de autenticação vão mudar a vida das pessoas:

Por que as senhas não são mais eficientes?

Existem muitos problemas com as senhas. O primeiro é que a maioria das pessoas esquecem as senhas e, por isso, elas tendem a usar códigos muito fáceis. Há um grande risco de que elas sejam descobertas por cibercriminosos. Além disso, o consumidor médio usa as senhas de 8 a 10 vezes por dia e, quando se esquece, leva cerca de 10 minutos para redefinir. Por último, eles usam as mesmas senhas para o banco e outros serviços, como o app de táxi. Se esses sites forem invadidos, as senhas ficam comprometidas. Os consumidores querem que as senhas desapareçam.

O risco de fraude é o principal problema?

No mundo físico, os cartões com chip ajudaram a acabar com a fraude, mas elas agora avançam sobre os sites de comércio eletrônico. Nas lojas online, o consumidor usa apenas uma senha para acessar sua conta, o que torna a transação mais frágil. Mas a fraude é só um dos problemas. Como as pessoas esquecem as senhas, as lojas estão perdendo muitos negócios, já que as pessoas não completam as compras. As novas tecnologias vão reduzir as fraudes ao mesmo tempo em que melhoram a experiência do consumidor.

Quando a Mastercard começou a pesquisar novas formas de autenticar transações?

No último ano nós temos trabalhado em novas tecnologias de biometria, porque agora elas estão disponíveis. Nós começamos um piloto em que usamos a tecnologia de reconhecimento facial para confirmar a identidade das pessoas por meio de um selfie. Também estamos olhando para reconhecimento de digitais, de voz e de íris e testamos uma autenticação por batimento cardíaco.

Como funciona a autenticação por ‘selfie’?

O consumidor baixa um aplicativo da Mastercard para o smartphone. Depois de fazer as compras, ele clica no botão comprar e recebe uma notificação no celular. O app vai pedir que ele tire um selfie, que será comparada com a imagem cadastrada. Se elas combinarem, então a transação é aprovada. Até o final do próximo ano, vamos expandir a ofertar dessa tecnologia para todos os países.

Vocês já estão usando a tecnologia de autenticação por batimentos cardíacos?

Isso ainda é um sonho. Imagine como seria se, em vez de usar uma senha, o consumidor não precisasse fazer nada. Há um ritmo de batimentos cardíacos único para cada indivíduo. Se ele usar um dispositivo que monitore sua frequência cardíaca, sua identidade estará verificada. O smartphone só vai nos avisar que o consumidor é mesmo a pessoa que está tentando comprar. Estamos testando essa tecnologia no Canadá.

A Mastercard pretende usar a tecnologia para substituir o cartão de plástico no futuro?

Nós estamos testando essas tecnologias para autenticar transações em lojas físicas, mas já temos os cartões com chip, que funcionam muito bem. No mundo digital, por outro lado, há uma necessidade real, então nossa prioridade para os próximos meses é garantir que essa tecnologia esteja disponível nos canais online. Nós já vemos lojas físicas mais modernas desenvolverem sistemas que eliminam as filas. A autenticação biométrica pode ser parte disso. Mas acredito que isso ainda está reservado ao futuro.

Fonte: Estadão, em 24/11/2015.

Hackathon

O Hackathon é um evento que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software para uma maratona de programação, cujo objetivo é desenvolver um software que atenda a um fim específico ou projetos livres que sejam inovadores e utilizáveis. Essa prática vem sendo muito usada – dentro e fora do Brasil – e tem o intuito de, a partir do contato entre esses profissionais variados, solucionar problemas, estimular a criatividade e projetos inovadores ou buscar melhorias em determinadas áreas.

Hackathon significa maratona de programação. O termo resulta de uma combinação das palavras inglesas “hack” (programar de forma excepcional) e “marathon” (maratona).

A maratona pode durar entre um dia ou uma semana. Nesses eventos, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer networking, participar de um projeto colaborativo em um ambiente específico de programação.

Os primeiros eventos desse gênero parecem ter acontecido em 1999, primeiro com os programadores do OpenBSB e depois com os participantes de uma conferência desafiados a criarem um software em Java para a empresa Sun Microsystems.

A Intel, Netflix e Facebook são exemplos de empresas que usam o Hackathon para aperfeiçoar produtos/serviços.

Hackathon’s realizados no Brasil:

  • 1ª Hackathon – Desafio Dados Abertos organizada pela Câmara Municipal de São Paulo;

  • Evernote Hackathon Brasil, um evento realizado em São Paulo em parceria com a empresa Samsung;

  • Geeks On Mocha Hackathon – Desenvolvimento de Games, em parceria com a Aceleradora 21212, no Rio de Janeiro.

Fonte: Significados, Porque participar de Hackathon?

Bilionário cria bicicleta que gera energia para toda a casa #TIVERDE

Foi por meio do documentário Billions in Change, um movimento que busca salvar o mundo com iniciativas para preservar o meio ambiente e garantir o desenvolvimento sustentável, que o bilionário ManojBhargava se tornou conhecido em todo o mundo.

Com uma ideia animadora, que une a saúde e a preservação, ele se destacou e chamou a atenção por querer garantir a inclusão social e levar energia limpa àquelas pessoas que não tem acesso.

O norte-americano de origem indiana criou uma bicicleta especial, batizada de Free Electric, que transforma a energia cinética, obtida durante a pedalada, em energia elétrica – uma bateria é responsável pelo armazenamento. O modelo faz parte de um projeto muito maior, no qual Bhargava está utilizando grande parte de sua fortuna.

As primeiras 50 bikes serão testadas em 20 pequenas aldeias no norte do estado de Uttarakhand, na Índia, antes do lançamento oficial, que deve acontecer em 2016. A ideia é implantar, só neste país, cerca de 10.000 bicicletas que, depois de terem sido pedaladas por uma hora, garantirão um dia cheio de energia elétrica. A escolha do local se deu pela sua descendência e, principalmente, pela falta de recursos financeiros que a região enfrenta.

Novas iniciativas já estão sendo testadas

O magnata tem investido seu tempo e dinheiro em novas iniciativas que buscam garantir melhores condições de sobrevivência em áreas mais remotas do mundo. Em Detroit, sua equipe tem trabalhado ativamente no Stage2InnovationsLab, onde estudam maneiras de tornar potável a água salgada e de produzir energia limpa em todos os lugares.

Para o magnata, é preciso que aqueles que tem mais ajudem os que tem menos, a fim de garantir o desenvolvimento de todo o planeta de forma sustentável e mais igualitária.

Na sua participação no documentário, ele ressalta que os projetos não precisam do seu dinheiro, mas da sua voz. Falando com as pessoas e incentivando-as a buscar soluções reais para os problemas mais urgentes do mundo, é possível levar o movimento adiante e ajudar as pessoas.

Fonte: pensamentoverde

Pesquisadores desenvolvem estradas que recarregam baterias de carros #TIVERDE

Pelo menos, duas universidades estão testando ou se preparando para testar estações de carregamento sem fio incorporados ao logo de estradas que poderá incrementar a recarga de veículos elétricos enquanto esses andam sobre elas.

O International Center for AutomotiveResearch (ICAR) da ClemsonUniversity, em Greenville, tem testado a estação sem fio e agora está se preparando para testar estações móveis de recarga para carros.

O projeto de Pesquisa e Desenvolvimento da Clemson é parte de uma concessão multimilionária do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) e está em colaboração com o OakRidgeNationalLaboratory (ORNL), a Toyota, Cisco e outras companhias.

A estação sem fio de recarga da ICAR usa ressonância magnética para criar um campo entre a parte do chão de recarga e uma bobina de cobre incorporado em um veículo através do qual a eletricidade pode passar.

A chave para a tecnologia é o sistema de comunicação Wi-Fi, criado por pesquisadores da OakRidge que permite que tanto o chão quanto o sistema de carregamento do veículo conversem entre si.

Vale lembrar que estações sem fio para carregamento de tecnologia já se tratam de uma tecnologia comercializada pela Evatran e Bosch, que revelaram seu sistema PLUGLESS na CES 2014.

No entanto, Joachim Taiber, professor de engenharia elétrica e computação disse que há uma grande diferença entre os carregadores comerciais e aqueles que sua equipe está pesquisando. A principal diferença está nos sistemas de transmissão de comunicação e a quantidade de energia que é transferida.

O ICAR conseguiu transferir acima de 250 kilowatts. Ao lado da CISCO, a ICAR desenvolveu a tecnologia chamada de Dedicated Short Range Communication que suporta tanto estações de carregamento fixas e estações em movimento, ambas sem fio e com o mesmo sistema de arquitetura.

A DSRC cria uma comunicação rápida entre veículos ou estradas do que o Wi-Fi, de forma que essas comunicações conseguem ser estabelecidas mesmo quando um veículo passa em alta velocidade.

O primeiro teste do ICAR foi demonstrado em dois modelos Toyota. Um deles atingiu eficiência superior a 85%, com taxa de transferência de 6.9 kilowatts. A ideia por trás de carregadores sem fio dinâmicos é criar uma série de estações incorporadas em rodovias que podem aumentar a recarga elétrica de veículos que carregam receptores móveis a medida que eles passam pela rodovia em questão.

Pesquisadores também tem desenvolvido estradas inteligentes que carregam carros enquanto você dirige no Reino Unido. O governo espera instalá-las e começar os testes da tecnologia em desenvolvimento por pesquisadores North Carolina StateUniversity (NCSU) em breve.

Fonte:  idgnow

Conheça o Tsu, o “Facebook” que paga os usuários

O Tsu foi criado há um ano e só pode ser utilizado por pessoas convidadas por membros da plataforma. O grande diferencial da rede é que os usuários podem receber recompensas por sua participação.

O CEO da empresa, Sebastian Sobczak, explica que o Tsu é como outras plataformas disponíveis atualmente. Nele os usuários podem compartilhar vídeos, fotos e outros conteúdos para seus amigos e seguidores, além de permitir escolher com quem compartilhar esse conteúdo. O funcionamento é semelhante ao do Facebook.

O site garante que 90% de tudo que é arrecadado com anúncios vai para os usuários, pedindo em troca que o conteúdo criado seja postado primeiro no Tsu. Os usuários recebem de acordo com suas interações com o que é postado. O criador recebe uma quantia, o primeiro usuário a compartilhar recebe outra que vai diminuindo e assim por diante. É possível ainda doar o acumulado para uma instituição de caridade ou algum outro membro, assim como receber um cheque com o valor a partir da marca de US$ 100.

A rede social pode ser também uma boa via de captação para artistas. Andrew Fromm, compositor de músicas para Selena Gomez, Backstreet Boys e N’Sync, disse à revista ‘FastCompany’ que recebeu US$ 100 em três semanas no Tsu.

Sobczak explicou que a pronúncia correta de Tsu é “sue”, que significa ‘estética ideal’ em japonês. De acordo com o Huffington Post, o Tsu já concentra 4,5 milhões de usuários, número considerado bom por especialistas e com crescimento superior ao Facebook e Twitter.

Algum convite sobrando aí?

Atualização do artigo, em 03/11/2015: a rede TSU está aberta para novos cadastros, dispensando convites.  Conforme colaboração do colega Fábio Lima, da Gecin, segue uma breve análise publicada no Gizmodo, sobre a rede: “Usando a boa e velha matemática, conclui-se que no ritmo de US$ 0,01/dia leva-se 10.000 dias para atingir US$ 100. Convertendo dias para anos, isso dá quase 28 anos. Não se engane: o Tsu dificilmente será uma fonte de dinheiro fácil – especialmente para quem não é famoso, ou quem não estiver disposto a virar um spammer.”

Fonte: Olhar Digital, em 30/10/2015.

O que é Business Intelligence?

Através dos softwares e banco de dados é possível obter-se um limitado número de relatórios. Esse número limitado não consegue suprir a real necessidade da informação sobre os diversos aspectos necessários para a tomada de decisão, tornando-se uma barreira à tomada de decisão de uma empresa. As ferramentas de Inteligência de Negócios, conhecidas pela sigla de BI ou Business Intelligence, podem ser aplicadas para construir diferentes cenários sobre um conjunto de informações, de modo muito mais eficaz e independente de relatórios oferecidos por softwares de gestão tradicionais. As soluções de Business Intelligence surgiram como uma evolução dos sistemas de informação, pois a necessidade das empresas de colocarem informações sólidas nas mãos dos gerentes exigiu que os Sistemas de Apoio à Decisão pudessem analisar os dados sob novas dimensões, permitindo a navegação em diferentes níveis de detalhes e a realização de análise de tendências ou outras comparações complexas utilizando os dados que descrevem o negócio.

O termo Inteligência de Negócios significa, resumidamente, coletar dados de diversas fontes, organizá-los, analisá-los e compartilhá-los com os executivos mais importantes da empresa. Estes então transformam essas informações relevantes em decisões importantes para o futuro da empresa.

Geralmente, coletores de BI recolhem suas informações primarias de fontes internas ao negócio. Tais fontes ajudam os responsáveis por tomarem as decisões a entender quão bem eles agiram. Fontes secundárias de informações são formadas pelas necessidades dos clientes, processos de tomada de decisão dos clientes, a competição e as pressões dos competidores, as condições das indústrias relevantes, e em geral as tendências econômicas, tecnológicas e culturais.

Processo

DATA WAREHOUSE (DW) – Nada mais é do que um banco de dados contendo dados extraídos do ambiente de produção da empresa, que foram selecionados e depurados, tendo sido otimizados para processo de consulta e não para processamento de transações. Um DW requer a consolidação de outros recursos de dados, além dos armazenados em banco de dados relacionais, como informações provenientes de planilhas eletrônicas, documentos textuais, etc.

DATA MART (DM) – É um subconjunto de dados de um DW. Geralmente são dados referentes a um assunto específico.

EXTRACT TRANSFORM LOAD (ETL) – Extração, Transformação e Carga de dados. Essa é a fase responsável pela extração dos dados encontrados nas diversas fontes de dados contidos na empresa e em seguida esses dados passam por um processo de transformação e posteriormente são carregados para o Data Warehouse.

ON-LINE ANALYTICAL PROCESSING (OLAP) – É uma tecnologia de software que permitem analistas e gerentes obterem dados de uma forma mais rápida, consiste e também permite uma análise multidimensional. Voltado para a tomada de decisões. Não realiza transações, pois sua finalidade são consultas. Possui dado atual e histórico e não há necessidade de backups regularmente. O nível de conhecimento e o nível estratégico da empresa utilizam o OLAP para as tomadas de decisões e assim traçar um planejamento estratégico.

O Profissional

O profissional nesse universo de “Business Intelligence” deve se atentar a alguns detalhes importantes para uma boa atuação. Buscar resultados da capacidade de detectar oportunidades de negócios e associar seus levantamentos numéricos a eventos de sucesso. Focar nas análises das necessidades e desejos dos clientes. E então, detectar as tendências e associá-las aos objetivos de seus clientes, promovendo seus produtos e serviços. Não há uma receita de bolo e nem uma garantia de que seus resultados serão satisfatórios, porém as boas práticas de BI reduzem os erros e possibilitam conhecer os padrões comportamentais dos clientes, o que é determinante na oferta de um produto.

Não somente as grandes empresas, mas também as corporações de pequeno, médio porte necessitam de BI para auxiliá-las nas mais diferentes situações para a tomada de decisão, otimizar o trabalho da organização, reduzir custos, eliminar a duplicação de tarefas, permitir previsões de crescimento da empresa como um todo e contribuir para a elaboração de estratégias. Na grande maioria das vezes, para estas empresas enquadradas como pequenas, não precisam, necessariamente, de sistemas de alto investimento, com milhares de relatórios, gráficos para identificar que existe um problema específico numa linha de produto que não está sendo comercializado conforme a sua potencialidade. Basta o feeling da área comercial em se pensar numa outra estratégia de vendas para o mesmo.

No Brasil, soluções de Business Intelligence estão em instituições financeiras, empresas de telecomunicações, seguradoras e em toda instituição que perceba a tendência da economia globalizada, em que a informação precisa chegar de forma rápida, precisa e abundante. O principal benefício do BI para a empresa é a sua capacidade de fornecer informações precisas quando necessárias, incluindo uma visão em tempo real do desempenho corporativo geral e de suas partes individuais.

A partir dos resultados obtidos em empresas que utilizam BI, seus benefícios são a economia de tempo, versão única da verdade, melhores estratégias e planos, melhores decisões táticas, processos mais eficientes e a economia de custos.

Fonte: oficinadanet, it4biz